Exposições

1. Uma Questão de Justiça

Garantir a democracia é fazer valer direitos, entre os quais o acesso ao Judiciário. A exposição Uma Questão de Justiça busca reduzir a distância entre sociedade e Judiciário por meio de referências históricas que fazem a ponte entre a atividade da Justiça e as relações sociais existentes ontem e hoje.

Dois grandes temas são abordados. O primeiro, Justiça e Liberdade, insere a discussão sobre o significado  da liberdade e sobre as responsabilidades que dela decorrem. O outro tema, Justiça e Cidadania, discute os caminhos existentes para o exercício de direitos e o cumprimento de deveres.

As discussões são desenvolvidas a partir de processos judiciais históricos que integram o acervo do Memorial da Justiça e que se referem à escravidão, à capoeira e ao cangaço. O fio condutor dessas discussões é, por um lado, a questão do acesso ao Judiciário e, por outro, o estabelecimento de ligações entre questões suscitadas pelos processos históricos e nossa realidade social contemporânea.

2. TJPE: 200 anos de História

 

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) marca seus 200 anos de criação levando o público a conhecer mais um pouco sobre suas memórias, por meio da exposição TJPE: 200 anos de História.

A mostra conta histórias que revelam um pouco sobre o modo de viver da sociedade pernambucana do século XIX, por meio de documentos que trazem as vozes de diversos atores sociais daquele tempo.

Ela se encontra no 1º andar do Palácio da Justiça e convida as pessoas a conhecer essas histórias de casos julgados pelo primeiro tribunal pernambucano - a Relação do Recife -, contribuindo para uma maior compreensão sobre a Justiça pernambucana.

3. Do concreto ao Sensorial

Do Concreto ao Sensorial é o resultado de um projeto que surge como uma primeira etapa de um conjunto de ações que buscam conciliar as demandas de Educação Patrimonial do Memorial da Justiça do TJPE, bem como articular atividades de inclusão social e acessibilidade.

A ideia foi construir e disponibilizar maquetes táteis do edifício, tornando o patrimônio cultural arquitetônico do Memorial acessível a deficientes visuais e permitindo que eles possam visitar e usufruir do espaço de maneira segura e autônoma. Além disso, capacitar seu pessoal para receber de forma adequada o público com necessidades específicas.

Uma visita a um prédio histórico por meio de uma maquete tátil faz muita diferença para uma pessoa cega que deseja conhecer com mais efetividade e compreender o patrimônio cultural arquitetônico de sua cidade. Uma pessoa com deficiência visual precisaria acessar as dependências de um edifício por inúmeras vezes até conseguir fazer uma imagem tridimensional de sua arquitetura, o que limitaria a sua percepção e igualmente o seu acesso à maior parte das dependências do edifício.

A maquete tátil proporciona à pessoa com deficiência visual ver o prédio, perceber a arquitetura, a grandeza da obra, enfim, todos os detalhes de um edifício. A diferenciação de texturas, a fidelidade com a espacialidade e a identificação por meio da legenda em Braile proporciona ao visitante com deficiência visual a leitura mais simplificada da maquete e o entendimento da estrutura física do prédio.

Realização: Tangram Cultural e Memorial da Justiça
Patrocínio: Funcultura